Olá seja bem vindo(a)! É um prazer receber sua visita! Espero que encontre o que procura!
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
sábado, 23 de julho de 2011
DESTAQUES DO BLOG
PROFESSOR IRANILDO
PROCURA-SE UM AMIGO
Vinícius de Morais
Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimentos, basta ter coração. Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir. Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaro, de sol, da lua, do canto, dos ventos e das canções da brisa. Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor. Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo. Deve guardar segredo sem se sacrificar. Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão. Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados. Não é preciso que seja puro, nem que seja todo impuro, mas não deve ser vulgar. Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa. Tem que ter ressonâncias humanas, seu principal objetivo deve ser o de amigo. Deve sentir pena das pessoa tristes e compreender o imenso vazio dos solitários. Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer. Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos. Que se comova, quando chamado de amigo. Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações de infância. Precisa-se de um amigo para não se enlouquecer, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade. Deve gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim. Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo. Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas. Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo, para ter-se a consciência de que ainda se vive.
Esse poema retrata muito a amizade que prezo, ao meu colega e amigo, professor Iranildo, uma figura muito importante na Educação de Mnagabeira, uma pessoa que respeito , íntegro, amigo e muito competente.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Dia do Amigo
Quantos amigos você possui de verdade? Estes que achamos serem amigos verdadeiros, e que sempre chamamos de amigos, podem contar com eles sempre?
Esta é uma pergunta que sempre nos persegue, pois podemos dizer que temo 50 amigos, destes 50, muitas vezes somente 25 estão presentes em nossa vida, e desses 25, geralmente somente 10 nos conhece perfeitamente, e dos 10, às vezes sobra somente 1 que nos apóia, nos ajuda e estende sempre a mão, este é o amigo irmão, que não nasceu da barriga de sua mãe e não foi criado pelo seu pai, mas está presente na sua vida, e daria a vida dele para salvar a sua, e assim é a sua amizade por ele. Essa reciprocidade não é rara, mas existe entre poucos.
Esta é uma pergunta que sempre nos persegue, pois podemos dizer que temo 50 amigos, destes 50, muitas vezes somente 25 estão presentes em nossa vida, e desses 25, geralmente somente 10 nos conhece perfeitamente, e dos 10, às vezes sobra somente 1 que nos apóia, nos ajuda e estende sempre a mão, este é o amigo irmão, que não nasceu da barriga de sua mãe e não foi criado pelo seu pai, mas está presente na sua vida, e daria a vida dele para salvar a sua, e assim é a sua amizade por ele. Essa reciprocidade não é rara, mas existe entre poucos.
Por isso, se você possui este amigo importante, diga sempre a ele com carinho o quanto ele modifica a sua vida, pois a vida é curta .
Adorei , recebi de um amigo.
sábado, 2 de julho de 2011
Projeto Pedagógico - 2011
Uma Viagem pelo Cangaço Como todas as lendas que tendem a torna-se maiores que os fatos, Lampião e sua saga pelo nordeste brasileiro contém todos os elementos de aventura, romance, violência, amor e ódio das grandes histórias da humanidade. Jogado na clandestinidade após o assassinato de seu pai, Lampião foi o maior cangaceiro ( nome dado aos foras-da-lei que viveram de forma organizada, no final do século passado e início deste, na região do nordeste brasileiro ) de todos os tempos. Percorreu sete estados da região nordeste durante as décadas de 1920 a 1930, levando sangue, morte e medo à população do sertão. Causou grandes transtornos à economia do inteior e sua história é um misto de verdades e mentiras. No início da década de 30, mais de 4 000 soldados estavam em seu encalço, em vários estados. Seu grupo contava então com 50 elementos entre homens e mulheres. Tornou-se amigo de coronéis e grandes fazendeiros que lhe forneciam abrigo e apoio material. Lampião é odiado e idolatrado com igual intensidade, estando sua imagem viva no imaginário popular mesmo após 60 anos de sua morte. Sua influência nas artes - música, pintura, literatura e cinema - é impressionante. | |||||||
A nossa escola homenageou esse personagem tão importante, que através dos tempos conquistou a admiração de muitos, talvez pelo seu jeito de resolver as coisas. Os alunos poderam conhecer a história “Lampião, uma viagem pelo cangaço”. A exposição é sobre a saga de Virgulino Ferreira da Silva, ou, simplesmente, Lampião, o maior cangaceiro do Brasil. Fruto do Projeto , a culminância com apresentação artísticas que revelam aventuras, romance, violência, amor e ódio que marcaram as andanças de Lampião e seu bando pelo nordeste do país. E a quadrilha homenagendo esse personagem , iniciando com apresentação dos alunos recitando em cordeis a história de Lampião e Maria Bonita no clima do cangaço e da braveza deste ícone da história nacional. Data: de 30 de junho Local: CLUBE - CREM | |||||||
domingo, 5 de junho de 2011
05 de Junho - Dia do Meio Ambiente
Ei! É você mesmo, está me ouvindo?
Quem fala sou eu, o Meio Ambiente.
Estou triste e arrasado
O homem me despreza
Ele não me valoriza
Já fiz de tudo para conquistar sua confiança, porém todas as tentativas foram inúteis, e cada dia que passa continua tirando pedaços de mim.
Eu tento mostrar-lhe a minha importância, mas ele não me ouve, nem sequer pára um segundo para refletir sobre minha utilidade, e o que represento para o planeta.
Pobre coitado nem se toca que faço parte de tudo que há no planeta.
Que sou a água que sacia tua sede.
Que sou o alimento que mata tua fome.
Que sou o ar que respiras.
Aliás, sou a tua vida, e me destruindo conseqüentemente estará planejando tua própria morte.
Entendo que estas ações não têm fundamentos conscientes, e sim a presença de uma ganância ilusiva de poder. O pior disso tudo é que a inteligência do homem não é capaz de perceber que o dinheiro não se come, nem se bebe, nem se respira. Muito menos, salva vida. Pode ser que ele até descubra algum dia, porém será muito tarde.
Você que parou pra me ouvir, não me deixe morrer.
Por favor
Salve-me!
Salve-me!
Salve-me...!
Marcos Aquino,
Queimadas - BA - por correio eletrônico
Endereço eletrônico: markosakynno@yahoo.com.br
Adorei este texto , ele representa toda a responsabilidade de nós seres humanos, por que preservação é responsabilidade de todos nós!
Somos todos responsáveis pela situação atual do meio ambiente e já estamos "carecas" de saber, mas enquanto a situação ambiental não mudar, devemos lembrar disto.
Não podemos continuar a observar a natureza como se ela fosse, simplesmente, uma bela paisagem; como se estivéssemos a contemplar uma obra de arte; como se fôssemos meros espectadores deste espetáculo. Somos parte dela e devemos viver sentindo na alma a essência da nossa própria natureza.
As vezes, assistindo a TV, sinto falta de um vaso com uma planta entre os apresentadores de um tele-jornal. Nos filmes não vejo ninguém separando seu lixo ou comprando um produto observando sua real utilidade e seu verdadeiro valor (pagamos caro por produtos que poluem nosso sangue, nosso corpo, causando-nos doenças, e o que é pior, sabemos disto).
Vamos voltar a sentir nossas raízes, somos filhos da Terra. Vamos pegar um grão de areia e observá-lo alguns segundos, sentindo que este minúsculo grão ajuda a construir o Universo.
O que estamos fazendo com a Terra?
Verifique se, hoje, você:
... cheirou o perfume de uma flor...
... saboreou a doçura de uma fruta tenra...
... observou um pássaro riscando o céu...
... tocou em uma planta de folhas macias...
... fez um carinho em alguém...
... olhou para o céu só para admirá-lo...
... respirou profundamente sentindo o ar fazer parte de sua vida, de seu corpo...
Vamos voltar a sentir!
Vamos voltar a viver e deixar de apenas sobreviver...
Quem fala sou eu, o Meio Ambiente.
Estou triste e arrasado
O homem me despreza
Ele não me valoriza
Já fiz de tudo para conquistar sua confiança, porém todas as tentativas foram inúteis, e cada dia que passa continua tirando pedaços de mim.
Eu tento mostrar-lhe a minha importância, mas ele não me ouve, nem sequer pára um segundo para refletir sobre minha utilidade, e o que represento para o planeta.
Pobre coitado nem se toca que faço parte de tudo que há no planeta.
Que sou a água que sacia tua sede.
Que sou o alimento que mata tua fome.
Que sou o ar que respiras.
Aliás, sou a tua vida, e me destruindo conseqüentemente estará planejando tua própria morte.
Entendo que estas ações não têm fundamentos conscientes, e sim a presença de uma ganância ilusiva de poder. O pior disso tudo é que a inteligência do homem não é capaz de perceber que o dinheiro não se come, nem se bebe, nem se respira. Muito menos, salva vida. Pode ser que ele até descubra algum dia, porém será muito tarde.
Você que parou pra me ouvir, não me deixe morrer.
Por favor
Salve-me!
Salve-me!
Salve-me...!
Marcos Aquino,
Queimadas - BA - por correio eletrônico
Endereço eletrônico: markosakynno@yahoo.com.br
DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE E ECOLOGIA
Adorei este texto , ele representa toda a responsabilidade de nós seres humanos, por que preservação é responsabilidade de todos nós!MEIO AMBIENTE - VIVER ou SOBREVIVER
Berenice Gehlen Adams
Berenice Gehlen Adams
Somos todos responsáveis pela situação atual do meio ambiente e já estamos "carecas" de saber, mas enquanto a situação ambiental não mudar, devemos lembrar disto.
Não podemos continuar a observar a natureza como se ela fosse, simplesmente, uma bela paisagem; como se estivéssemos a contemplar uma obra de arte; como se fôssemos meros espectadores deste espetáculo. Somos parte dela e devemos viver sentindo na alma a essência da nossa própria natureza.
As vezes, assistindo a TV, sinto falta de um vaso com uma planta entre os apresentadores de um tele-jornal. Nos filmes não vejo ninguém separando seu lixo ou comprando um produto observando sua real utilidade e seu verdadeiro valor (pagamos caro por produtos que poluem nosso sangue, nosso corpo, causando-nos doenças, e o que é pior, sabemos disto).
Nas propagandas o ambiente urbano toma conta, e nos mostra que vivemos para consumir, e conforme o que consumimos, evidenciamos a classe a qual pertencemos. E o que isto significa para a luz do Sol, ou para o ar que envolve a terra, ou para a lua que descansa em seu lençol de estrelas?
Vamos voltar a sentir nossas raízes, somos filhos da Terra. Vamos pegar um grão de areia e observá-lo alguns segundos, sentindo que este minúsculo grão ajuda a construir o Universo.
O que estamos fazendo com a Terra?
Verifique se, hoje, você:
... cheirou o perfume de uma flor...
... saboreou a doçura de uma fruta tenra...
... observou um pássaro riscando o céu...
... tocou em uma planta de folhas macias...
... fez um carinho em alguém...
... olhou para o céu só para admirá-lo...
... respirou profundamente sentindo o ar fazer parte de sua vida, de seu corpo...
Vamos voltar a sentir!
Vamos voltar a viver e deixar de apenas sobreviver...
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Encontro de Coordenadores Pedagógico
No dia 21 de Maio de 2011 na cidade de Lavras da Mangabeira, dei início a um curso de muita importância que considero um momento de encontro de troca de experiências, enfim momento de rever conceitos, de extrapolar opiniões, dividir anseios, angústias, incertezas talvez. Nesse curso tenho que demonstrar o que sou, o que tenho e o que procuro. Serão encontros de suma importância, um curso de 50 horas que tem como tema: " Vida e Trabalho" Orientada pela Professora: Socorro Lucena, a qual tenho grande estima, foi minha professora e hoje a reencontro motivo de muita alegria.
É um projeto que tem como nome " Guarda-Chuva" Da Universidade Estadual do Ceará, enfim é uma pesquisa de formação, serão encontros mensais, em escolas diferentes, onde conheceremos realidades e pessoas diferentes.
Tivemos a oportunidade de conhecer a Gorethe uma pessoa que tem potencial, capacidade de integração que com muita responsabilidade soube contornar tão bem as atividades.
É um projeto que tem como nome " Guarda-Chuva" Da Universidade Estadual do Ceará, enfim é uma pesquisa de formação, serão encontros mensais, em escolas diferentes, onde conheceremos realidades e pessoas diferentes.
Tivemos a oportunidade de conhecer a Gorethe uma pessoa que tem potencial, capacidade de integração que com muita responsabilidade soube contornar tão bem as atividades.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Texto
4 mitos sobre a dislexia
1º mito: A dislexia atrapalha a alfabetização
Criança que troca letras é disléxica, certo? Não. Focar a expressão escrita na oralidade (escrever como se fala), trocar tipos parecidos foneticamente (como F e V), juntar palavras e unir letras de forma aparentemente aleatória são ações absolutamente normais do processo de alfabetização. Quem sabe como o aluno constrói esse novo conhecimento considera esses fatos como um avanço em relação a uma etapa anterior, não um erro.
As pesquisadoras argentinas Emilia Ferreiro e Ana Teberosky descobriram (há quase 30 anos!) que os estudantes elaboram diferentes hipóteses sobre o funcionamento do sistema de escrita, como se fossem degraus numa escada rumo à aprendizagem. Investigações na área de didática são unânimes em demonstrar que se alfabetizar está longe de ser uma tarefa simples, num processo complexo em que as idéias dos pequenos nem sempre coincidem com as dos adultos. “Observar a relação do aluno com a própria escrita é mais importante do que apontar erros e muito mais efetivo do que rotulálo como portador de um distúrbio”, afirma Giselle Massi, especialista em fonoaudiologia e linguagem, em Curitiba. Em vez de encaminhar para um tratamento de saúde, o importante é compreender que o percurso é tão importante e desafiador quanto sua conclusão.
Vale lembrar que saber escrever vai além da aquisição da ortografia correta. Aspectos textuais, como coerência, utilização e manipulação de referências e construção lógica de idéias, evidenciam a capacidade de uso da escrita. Apesar de serem centrais na avaliação do nível de compreensão que cada criança tem da linguagem, esses elementos muitas vezes são ignorados. Por exemplo: um aluno que troca letras pode apresentar outras qualidades em seus textos e, portanto, não deve ser tachado de doente, sem apelação.
Na verdade, o desinteresse pela leitura e pela escrita está muitas vezes associado às próprias dificuldades da alfabetização. A expectativa equivocada de pais e educadores quanto ao ritmo de aprendizagem e a simples comparação entre os colegas de classe podem criar estigmas. Essa mania de colocar rótulos nos estudantes (bons, esforçados, casos perdidos...) cria o que Giselle Massi chama de aquisição por sentido: “Ao ser carimbada pelo professor e pelos pais, a criança desenvolve uma equivocada noção de si e passa a se ver como incapaz de avançar”. Assim, é natural que perca o interesse pelas atividades ligadas ao que considera ser a sua fragilidade (leia mais na entrevista abaixo).
Além de distúrbios físicos (problemas de visão ou audição, por exemplo que podem interferir nessa dificuldade, pais que não valorizam a leitura ou têm pouco acesso a livros e jornais inf luenciam diretamente o desempenho percebido em sala de aula. Não se pode esquecer que no Brasil, segundo dados do Indicador do Alfabetismo Funcional de 2007, só 28% da população entre 15 e 64 anos é capaz de ler textos longos e fazer relações e inferências. É por isso que, aqui, acreditar que a dislexia seja responsável por esse problema é muito grave e não pode justificar os entraves do atual sistema de Educação.
“Quando a criança é observada com mais atenção, é possível verificar que a maior parte dos problemas não é de origem patológica, mas uma junção de fatores internos e externos à escola que dificultam a aprendizagem”, afirma Telma Weisz. “Não questiono a existência da dislexia, mas seus sinais pedem muita atenção num país como o nosso.”
3º mito: O disléxico é mais inteligente e criativo
Essa é outra afirmação, digamos, um tanto quanto estranha. Alguém acha que é possível medir a inteligência ou a criatividade de forma objetiva, como resultado de uma avaliação pragmática? Uma tese amplamente aceita é a de que, por utilizarem formas singulares de elaboração da linguagem escrita e de interação com o idioma, as crianças ditas disléxicas acabariam por desenvolver estratégias mais criativas de comunicação, interessando-se mais pelas artes e pelos esportes.
O fato é que cada ser humano é único, cheio de sutilezas e tem uma intrincada e singular forma de observar e interagir com o mundo. Em outras palavras, todos os estudantes apresentam afinidade com diferentes linguagens. Pesquisas do psicólogo norte-americano Howard Gardner comprovam essa diversidade. Tanto que ele cunhou a expressão “inteligências múltiplas” (ou seja, não há “uma” inteligência a ser medida). Testar essas habilidades implica considerar um universo de possibilidades do conhecimento humano e não apenas a expectativa da sociedade numa determinada época.
Para a psicopedagoga Marice Ribenboim, de São Paulo, o rótulo de gênio é tão nocivo quanto o de incapaz de aprender. “Marcar uma criança como portadora de um distúrbio é, em qualquer situação, uma forma de limitação. A Educação não pode se pautar por esse tipo de evidência, como se fosse um veredicto final sobre as possibilidades de cada um.”
Estudos recentes conduzidos por Sally Shaywitz, neurologista da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, apontam para uma descoberta neurofisiológica que seria capaz de justificar a falta de consciência fonológica do disléxico. Mas, embora as principais instituições de estudo da doença aceitem atualmente a teoria de uma origem genética, oficialmente a dislexia ainda é um distúrbio sem causa definida. Sim, oficialmente é isso.
Pesquisas realizadas no Brasil e na Inglaterra pelo neurologista Saul Cypel, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e diretor do Instituto de Neurodesenvolvimento Integral, colocam em xeque a maneira como são conduzidos esses tipos de teste de diagnóstico e revelam que, de cada 100 alunos encaminhados ao médico com suspeita de dislexia, apenas três efetivamente têm a doença. Elas demonstram que não há relação direta entre disfunções no exame eletroencefalográfico e dificuldades de aprendizagem.
Como os mecanismos de funcionamento da dislexia ainda são um mistério para a Medicina, só os sintomas é que conduzem a um diagnóstico – e eles podem apontar para caminhos equivocados. Quando uma criança mostra dificuldades de aprendizagem associadas à dislexia, os exames às quais é submetida têm como intuito principal descobrir se existe outra causa perceptível para a doença. Se nenhum desvio físico ou psicológico é encontrado, toma-se a dislexia como uma patologia presente e mede-se, por meio dos sintomas, seu grau de severidade.
O tema, como se viu nestas quatro páginas, é bastante controverso e, obviamente, não se esgota aqui. Não há conclusões totalmente definitivas sobre a dislexia (suas causas, seus sintomas, sua ligação com a escola). O que sobra são dúvidas que precisam ser destacadas e exploradas num debate crítico. Como diz o filósofo francês Edgar Morin em seu livro Os Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro: “Será preciso ensinar princípios de estratégia que permitam enfrentar os imprevistos e as incertezas na complexidade do mundo contemporâneo. É preciso aprender a navegar em um oceano de incertezas em meio a arquipélagos de certeza”.
Fonte:http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/0209/aberto/mt_267788.shtml
Adorei essa mensagem - Ofereço aos meus amigos
Uma simples homenagem humorada a todas as pessoas amigas.
Viva a AMIZADE!!!
Viva a AMIZADE!!!
AMIGO SINCERO
é aquele seu amigão mesmo, o mais querido...
é aquele seu amigão mesmo, o mais querido...
AMIGO OUVINTE
sempre ouve você com atenção e pouco fala...

sempre ouve você com atenção e pouco fala...
AMIGO 'BOCÃO'
está sempre falando, falando e falando...

está sempre falando, falando e falando...
AMIGO OCASIONAL
esse você só vê naquelas ocasiões especiais: casamentos, aniversários, etc.

esse você só vê naquelas ocasiões especiais: casamentos, aniversários, etc.
AMIGO ANUAL
você o encontra uma vez por ano, e nota que o tempo não foi capaz de acabar com o sentimento de amizade...

você o encontra uma vez por ano, e nota que o tempo não foi capaz de acabar com o sentimento de amizade...
AMIGO 'iMÃ'
carrega você para todos os passeios...

carrega você para todos os passeios...
AMIGO TRANSVIADO
parece sempre estar tentando te levar pro 'mau caminho'...

parece sempre estar tentando te levar pro 'mau caminho'...
AMIGO IRMÃO
muitas vezes você acha que ele é até melhor que seu próprio irmão...

muitas vezes você acha que ele é até melhor que seu próprio irmão...
AMIGO NEURÓTICO
está sempre perguntando se você tem algum problema

está sempre perguntando se você tem algum problema
AMIGO COLEGA
é aquele dos ambientes de estudos, de trabalho...

é aquele dos ambientes de estudos, de trabalho...
AMIGO INTERNAUTA
sabe dos seus sentimentos, compartilha seus pensamentos, mas não tem idéia de como você é

sabe dos seus sentimentos, compartilha seus pensamentos, mas não tem idéia de como você é
AMIGO PARCEIRO
sempre pronto para o que der e vier

sempre pronto para o que der e vier
AMIGO AUSENTE
na hora que você mais precisa dele... cadê?

na hora que você mais precisa dele... cadê?
AMIGO 'VIAGEM NA MAIONESE'
embarca junto com você em seus sonhos mais mirabolantes

embarca junto com você em seus sonhos mais mirabolantes
AMIGO BANQUEIRO
sempre ajuda você na$ hora$ mai$ difícei$

sempre ajuda você na$ hora$ mai$ difícei$
AMIGO PÃO-DURO
o 'antônimo' do banqueiro

o 'antônimo' do banqueiro
AMIGO EXCLUSIVISTA
não suporta imaginar que você tem outras amizades...

não suporta imaginar que você tem outras amizades...
AMIGO AÉREO
é aquele com quem você perde as esperanças de dividir coisas mais profundas...

é aquele com quem você perde as esperanças de dividir coisas mais profundas...
AMIGO POPULAR
você tem que entrar na lista de espera para falar com ele

você tem que entrar na lista de espera para falar com ele
AMIGO PROTETOR
defende você em situações difíceis

defende você em situações difíceis
AMIGO ESOTÉRICO
acredita que existe 'uma razão' para tudo
acredita que existe 'uma razão' para tudo
AMIGO PESSIMISTA
hiiiii... não vai dar certo! Bem, pelo menos se você só considerar a opinião dele

hiiiii... não vai dar certo! Bem, pelo menos se você só considerar a opinião dele
AMIGO OTIMISTA
esse tem a solução para tudo

esse tem a solução para tudo
AMIGO DESCONFIADO
sempre desconfia de que você não seja mais amigo dele

sempre desconfia de que você não seja mais amigo dele
AMIGO CONSELHEIRO
vive lhe dando conselhos, mesmo que você não peça
vive lhe dando conselhos, mesmo que você não peça
AMIGO MUSICAL
conhece todos os 'hits'e está sempre de walkman

conhece todos os 'hits'e está sempre de walkman
AMIGO ANTIGO
para ser preservado
para ser preservado
AMIGO NOVO
para ser conquistado
para ser conquistado
AMIGO 'ENCRENCA'
está sempre se metendo em enrascadas

está sempre se metendo em enrascadas
AMIGO SÁBIO
sabe quando falar e quando calar

sabe quando falar e quando calar
AMIGO PREGUIÇA
sempre cansado... mas fala que amanhã topará fazer o que você quer fazer hoje

sempre cansado... mas fala que amanhã topará fazer o que você quer fazer hoje
AMIGO ESTUDIOSO
você não teria saído da escola sem ele

você não teria saído da escola sem ele
AMIGO EXPERIENTE
sempre sabe como fazer as coisas

sempre sabe como fazer as coisas
AMIGO 'ZEIN'
está sempre 'zein' interesse...

está sempre 'zein' interesse...
AMIGO BARULHO
quando sai, deixa um silêncio incrível...

quando sai, deixa um silêncio incrível...
Leituras... Releituras...
Encontrei este artigo publicado no blog Filosofia, postado por Sérgio Biagi Gregório, em 2008.
O texto é bem atual. Uma boa dica de leitura.
Educar para o Futuro
Como definir o futuro? Ele está perto ou distante? O futuro a Deus pertence? Deve-se educar apenas os jovens? E os adultos? Alvin Toffler, em O Choque do Futuro e Aprendendo para o Futuro, descortina-nos novos horizontes acerca deste tema. Ele diz: “Anteriormente os homens estudavam o passado para lançar luz sobre o presente. Inverti o espelho do tempo, convencido de que uma imagem coerente do futuro também pode nos fornecer uma infinidade de enfoques valiosos do presente”.
A educação do futuro deve versar sobre o questionamento e a tomada de consciência de si mesmo. Com isso, teremos que buscar novas fontes de informação, novos rumos para o nosso progresso moral e intelectual. O ser humano não poderá ficar na dependência do outro, inclusive de livros que ditam as normas e os procedimentos de como atuar em sociedade. A educação deve seguir o exemplo de Nietzsche, que orientava a todos os seus leitores a abandonar o livro, depois de lido, tornando-o dispensável como a comida que passa pelo nosso corpo.
O presente deve ser uma antevisão do futuro e não uma extensão do passado. No passado há paradigmas, que são modelos de pensamentos que nos serviram em um dado momento. Thomas Kuhn, em Estrutura das Revoluções Científicas, diz que os paradigmas não são corrigidos pela “ciência normal”; esta apenas identifica anomalias e crises. De acordo com Kuhn, a mudança de paradigma se dá por uma alteração abrupta, por um salto, por um insight. Em realidade, espelha mais uma nova visão de mundo, totalmente diferente daquela que perdurava até então.
Projetar imagens otimistas aos jovens e aos adultos. Se esboçarmos um mundo tenebroso, a criança vai se lançar ao mundo com essa visão. Como formar um mundo melhor se a nossa mente tem-no como pior? O cérebro – um poderoso reservatório de idéias e pensamentos – tem uma zona, denominada de subconsciente, em que guardamos as lembranças do passado. Se as imagens gravadas, na infância, são negativas, é possível que esta pessoa, na idade adulta, tenha uma visão também negativa do mundo.
Os filmes de efeitos especiais, como Matrix e, mais recentemente, oSpeed Racer, ajudam-nos a prever o futuro. O ser humano deve se preparar para se adaptar ao mundo dos computadores, da terceira dimensão, da velocidade, dos jogos de ação, pois é isso que está nos mostrando a realidade. Projetando ainda mais o uso da tecnologia, podemos imaginar o que se nos espera. É possível que não tenhamos capacidade de saber como se faz, como funcionam essas máquinas. Como, porém, negar a sua existência?
Para detectar os futuros possíveis e prováveis, podemos fazer um pequeno exercício. Suponha que você tenha saído com um barco e, já em alto mar, o motor falhe. Como voltar a terra? Idéia 1: chamar a Guarda Costeira pelo rádio. Não há rádio à bordo; idéia 2: remando. Não há remos; idéia 3: içando uma vela. Não há velas. Idéia 4: saltar do barco e empurrá-lo. Há tubarões no mar. Essas dificuldades obrigam-nos a pensar em uma nova solução, obrigam-nos a desenvolver o pensamento criativo.
Ninguém é uma ilha. Todos dependemos de todos. Esta postura de interdependência é muito útil para o futuro, pois o mundo se tornará cada vez mais globalizado.
A educação do futuro deve versar sobre o questionamento e a tomada de consciência de si mesmo. Com isso, teremos que buscar novas fontes de informação, novos rumos para o nosso progresso moral e intelectual. O ser humano não poderá ficar na dependência do outro, inclusive de livros que ditam as normas e os procedimentos de como atuar em sociedade. A educação deve seguir o exemplo de Nietzsche, que orientava a todos os seus leitores a abandonar o livro, depois de lido, tornando-o dispensável como a comida que passa pelo nosso corpo.
O presente deve ser uma antevisão do futuro e não uma extensão do passado. No passado há paradigmas, que são modelos de pensamentos que nos serviram em um dado momento. Thomas Kuhn, em Estrutura das Revoluções Científicas, diz que os paradigmas não são corrigidos pela “ciência normal”; esta apenas identifica anomalias e crises. De acordo com Kuhn, a mudança de paradigma se dá por uma alteração abrupta, por um salto, por um insight. Em realidade, espelha mais uma nova visão de mundo, totalmente diferente daquela que perdurava até então.
Projetar imagens otimistas aos jovens e aos adultos. Se esboçarmos um mundo tenebroso, a criança vai se lançar ao mundo com essa visão. Como formar um mundo melhor se a nossa mente tem-no como pior? O cérebro – um poderoso reservatório de idéias e pensamentos – tem uma zona, denominada de subconsciente, em que guardamos as lembranças do passado. Se as imagens gravadas, na infância, são negativas, é possível que esta pessoa, na idade adulta, tenha uma visão também negativa do mundo.
Os filmes de efeitos especiais, como Matrix e, mais recentemente, oSpeed Racer, ajudam-nos a prever o futuro. O ser humano deve se preparar para se adaptar ao mundo dos computadores, da terceira dimensão, da velocidade, dos jogos de ação, pois é isso que está nos mostrando a realidade. Projetando ainda mais o uso da tecnologia, podemos imaginar o que se nos espera. É possível que não tenhamos capacidade de saber como se faz, como funcionam essas máquinas. Como, porém, negar a sua existência?
Para detectar os futuros possíveis e prováveis, podemos fazer um pequeno exercício. Suponha que você tenha saído com um barco e, já em alto mar, o motor falhe. Como voltar a terra? Idéia 1: chamar a Guarda Costeira pelo rádio. Não há rádio à bordo; idéia 2: remando. Não há remos; idéia 3: içando uma vela. Não há velas. Idéia 4: saltar do barco e empurrá-lo. Há tubarões no mar. Essas dificuldades obrigam-nos a pensar em uma nova solução, obrigam-nos a desenvolver o pensamento criativo.
Ninguém é uma ilha. Todos dependemos de todos. Esta postura de interdependência é muito útil para o futuro, pois o mundo se tornará cada vez mais globalizado.
São Paulo, 16/5/2008
Ainda tomaremos um café
Um professor, diante de sua classe de filosofia, sem dizer uma só palavra,
pegou um pote de vidro, grande e vazio, e começou a enchê-lo com bolas de golf.
Em seguida, perguntou aos seus alunos se o frasco estava cheio e, imediatamente, todos disseram que sim.
O professor então, pegou uma caixa de bolas de gude e a esvaziou dentro do pote.
As bolas de gude encheram todos os vazios entre as bolas de golf.
Voltou a perguntar se o frasco estava cheio e voltou a ouvir de seus alunos que sim.
Em seguida, pegou uma caixa de areia e a esvaziou dentro do pote.
A areia preencheu os espaços vazios que ainda restavam e ele e perguntou novamente
aos alunos, que responderam que o pote agora estava cheio.
O professor pegou um copo de café (líquido) e o derramou sobre o pote umedecendo a areia.
Então o professor falou:
'Quero que entendam que o pote de vidro representa nossas vidas.
As bolas de golf são os elementos mais importantes, como Deus, a família e os amigos. São com as quais nossas vidas estariam cheias e repletas de felicidade.
As bolas de gude são as outras coisas que importam: o trabalho, a casa bonita, o carro novo, etc.
A areia representa todos as pequenas coisas. Mas se tivéssemos colocado a areia em primeiro lugar no frasco, não haveria espaço para as bolas de golf e para as de gude.
O mesmo ocorre em nossas vidas. Se gastarmos todo nosso tempo e energia com as pequenas coisas nunca teremos lugar para as coisas realmente importantes.
Prestem atenção nas coisas que são primordiais para a sua felicidade.
Brinquem com seus filhos, saiam para se divertir com a família e com os amigos,
dediquem um pouco de tempo a vocês mesmos, busquem a Deus e creiam nele, busquem o conhecimento, estudem, pratiquem seu esporte favorito...
Sempre haverá tempo para as outras coisas, mas ocupem-se das bolas de golf em primeiro lugar.
O resto é apenas areia.'
Um aluno levantou e perguntou o que representava o café.
Bom que me fizestes esta pergunta, pois o café serve apenas para demonstrar
que não importa quão ocupada esteja nossa vida, sempre haverá lugar para tomar um café com um grande amigo.
Vale a pena refletir...
( Procure encenar o texto acima junto com os pais no dia da reunião de pais, para que reflitam o quanto é importante ter tempo com seus filhos, para isso faça algumas adaptações no texto)
Fonte: Blog Aprendizagem em ação, da Débora Melissa.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Artigo - Texto para Professores
A Educação no Brasil: Avanços e problemas
Se fizéssemos um passeio pela história da educação, no Brasil, veríamos que muito pouco mudou desde o início até os dias de hoje. O que ocorreu foi uma sucessão de avanços e tropeços.
Nos primeiros anos do nosso país a educação era aquela promovida pelos Jesuítas. Alterou-se para pior com a expulsão da Companhia de Jesus, permanecendo inalterada até a chegada da Família real, em 1808, e somente se incrementou e estruturou a partir da década de 1960.
A preocupação dos jesuítas era a catequese dos índios e o ensino das primeiras letras aos filhos dos colonos. A despreocupação com a escola se devia ao fato de ser uma colônia rural em que se dependia apenas da força braçal. A escolarização era vista como algo desnecessária, pois as atividades eram eminentemente braçais, para as quais o saber ler e escrever consistia em um luxo, pois, pensava-se: para que um trabalhador da roça precisa saber ler e escrever, se seu serviço é lavrar o chão. Talvez, por esse motivo, quando a Companhia de Jesus foi expulsa do Brasil o processo escolar ficou adormecido. Mesmo porque durante todo o período aos filhos das elites, quando isso parecia conveniente, havia a possibilidade de estudar na Europa.
Com a chegada da família real as coisas não mudaram. A educação escolar continuava sendo privilégio de alguns membros das elites. Com a diferença de que são criados alguns cursos que poderiam ser considerados precursores das primeiras faculdades. E assim se passaram os anos e chegamos ao início do século XX quando o nível de escolarização da população brasileira ainda era baixíssimo.
Somente após a Primeira Guerra Mundial, com a chegada dos imigrantes e o início da industrialização começou a aparecer uma maior preocupação com a escola. Entretanto de forma mais concreta, somente a partir dos anos 60, do século XX, a partir de movimentos populares, de mobilização sindical se concretizaram as primeiras experiências de popularização da escola. Mas esse princípio de educação popular foi extinto com a instalação do Governo Militar, a partir de 1964, a partir do qual foram estabelecidos os acordos MEC-Usaid.
Durante o período militar nasceu a LDB 5.692/71 que, por muitos anos norteou o ensino de primeiro e segundo graus, no país.
A LDB pode ser considerada, ao mesmo tempo, um avanço e um tropeço. Avanço porque normatizou o sistema escolar nacional, que até esse momento não estava completamente organizada. Foi um tropeço porque a escola nacional se tornou dependente dos interesses norte-americanos, em razão dos acordos MEC-Usaid. E a proposta de profissionalização não surtiu efeito, pois os cursos profissionalizantes não deram conta de preparar os jovens para o mercado de trabalho. Seu efeito foi o de, por algum tempo, diminuir a demanda por vagas nas portas das universidades.
Com o processo de abertura e redemocratização, a partir de meados da década de 1980, o sistema escolar se reorganizou e em 1996 foi publicada uma nova LDB, a qual rege o sistema escolar brasileiro, na atualidade.
Podemos dizer que, o grande avanço do sistema escolar brasileiro e da legislação educacional foi a obrigatoriedade da gratuidade do ensino fundamental e médio a ser oferecido pelos estados e municípios. A oferta e compromisso com a escolarização passou a ser não só uma obrigação dos pais, por ser direito da criança e do jovem, como uma obrigação e dever do Estado. Essa obrigatoriedade do Estado se manifesta como oferta de condições de escolarização, de acesso à escola e de permanência nela. Entretanto isso ainda não se tornou uma realidade para todos os estudantes. Nem todos têm condições de acesso à escola e nem todos os que têm acesso permanecem nela. Além disso a escola nos três níveis (fundamental, médio e superior), ainda não é uma expectativa e um objetivo dos jovens em idade escolar.
Em todo esse período, talvez o que possamos apresentar como o grande problema da educação nacional, tenha sido e continue sendo o da desvalorização do profissional da educação. Desvalorização que se manifesta nos baixos salários, na dificuldade de acesso a escolarização de nível superior, pois o filtro do vestibular impede que a grande maioria dos jovens ingressem no ensino superior. Essa dificuldade de acesso se deve tanto à deficiência na formação como na falta de vagas para todos. E com isso fica comprometida a afirmação de que deve acontecer educação para todos com todos na escola.
Recentemente foi aprovada a lei que estabelece um piso para os salários dos professores. Entretanto até que isso se torne uma realidade pode demorar um tempo. Além disso, estabelecer um piso sem oferecer maiores condições para que os professores se aprimorem na sua qualificação pode não ser suficiente para melhorar nosso quadro escolar que já foi pior, é verdade, mas ainda tem muito a melhorar até chegar ao ponto de se equiparar ao dos países desenvolvidos.
Valorização dos profissionais da educação, ampliação das condições de acesso e permanência na escola e ampliação da qualidade do ensino oferecido são alguns dos desafios que se impõem a um ministro da Educação que, seriamente, deseje melhorar o sistema escolar brasileiro.
Neri de Paula Carneiro – Mestre em Educação, Filósofo, Teólogo, Historiador.
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REFERÊNCIA
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofia da Educação. 2ª Ed. rev. e ampl. São Paulo: Moderna, 1996.
CARNEIRO, Neri P. Caos na Educação? Disponível em: <http://www.webartigos.com/articles/7703/1/caos-na-educacao/pagina1.html> publicado em 07/07/2008, acessado em 15/09/2008
PILETTI, Claudino; PILETTI, Nelson. Filosofia e História da Educação. 7ª Ed. São Paulo: Ática, 1988.
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A Educação No Brasil: Avanços E Problemas publicado 27/09/2008 por NERI P. CARNEIRO em http://www.webartigos.com
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Fonte: http://www.webartigos.com/articles/9699/1/A-Educacao-No-Brasil-Avancos-E-Problemas/pagina1.html#ixzz1MkpFBhtT
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