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sábado, 30 de abril de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Todo Educador precisa conhecer as teorias de Jean Piaget
A obra de Piaget não é um tratado sobre educação. Entretanto, as suas pesquisas e a sua construção teórica, de mais de 70 anos, principalmente, no de diz respeito às questões epistemológicas, não poderiam estar ausentes da reflexão sobre os temas educativos contemporâneos. É nesse sentido que a sua inclusão nesta enciclopédia torna-se importante.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
- 1º de Maio dia do Trabalho
Trabalhar
O trabalho é a busca do alento,
Do conforto, da sobrevivência.
Vencer obstáculos, buscar o pão,
Trabalhar com alegria na divina tarefa diária,
Conforta, e alegra,
E possibilita a conquista de seu espaço,
Abre portas e realiza.
Trabalhar não é sacrifício, não é tortura
Pode ser algo prazeroso,
Permite toda uma estrutura
Profissional, te fazendo brilhar,
Ser um vencedor competente e alegre.
Feliz dia do Trabalho!
Doroty Dimolitsas
Atividade para o Fundamental I e II
Interpretação do Música
Música: Guerreiro Menino
Um homem também chora
Menina morena
Também deseja colo
Palavras amenas
Precisa de carinho
Precisa de ternura
Precisa de um abraço
Da própria candura
Guerreiros são pessoas
São fortes, são frágeis
Guerreiros são meninos
No fundo do peito
Precisam de um descanso
Precisam de um remanso
Precisam de um sonho
Que os tornem perfeitos
É triste ver este homem
Guerreiro menino
Com a barra de seu tempo
Por sobre seus ombros
Eu vejo que ele berra
Eu vejo que ele sangra
A dor que traz no peito
Pois ama e ama
Um homem se humilha
Se castram seu sonho
Seu sonho é sua vida
E a vida é trabalho
E sem o seu trabalho
Um homem não tem honra
E sem a sua honra
Se morre, se mata
Não dá pra ser feliz
Não dá pra ser feliz
Menina morena
Também deseja colo
Palavras amenas
Precisa de carinho
Precisa de ternura
Precisa de um abraço
Da própria candura
Guerreiros são pessoas
São fortes, são frágeis
Guerreiros são meninos
No fundo do peito
Precisam de um descanso
Precisam de um remanso
Precisam de um sonho
Que os tornem perfeitos
É triste ver este homem
Guerreiro menino
Com a barra de seu tempo
Por sobre seus ombros
Eu vejo que ele berra
Eu vejo que ele sangra
A dor que traz no peito
Pois ama e ama
Um homem se humilha
Se castram seu sonho
Seu sonho é sua vida
E a vida é trabalho
E sem o seu trabalho
Um homem não tem honra
E sem a sua honra
Se morre, se mata
Não dá pra ser feliz
Não dá pra ser feliz
Atividades para o dia do Trabalho
2º Domingo de Maio dia das Mães
Mães e Filhos | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Projeto do Dia das Mães
★ Objetivos:
- Reconhecer a importância da mãe na família.
- Resgatar os valores que as famílias estão perdendo (respeito, amor, partilha...)
- Valorizar a pessoa humana.
- Valorizar o trabalho da mãe (às vezes dupla jornada de trabalho).
- Conhecer direitos e deveres dos membros da família, em especial das mães.
- Confeccionar lembranças e cartões para presentear às mães.
- Produzir uma peça teatral que será apresentada para homenagear às mães.
- Fazer um concurso de poesias enfatizando o tema Mãe.
- Produzir textos com o tema "Mãe, a deusa do Amor."
- Enfeitar os murais com as produções dos alunos.
★ Desenvolvimento:
- Diálogo, aula expositiva, interação com os alunos, para conhecer melhor o perfil das mães em questão.
- Pesquisa extra classe.
- Ornamentação de murais com fotos das mães, alunos e mensagens, homenageando às Mães.
- Criação de poesias, mensagens.
- Produção de uma peça teatral.
- Confecção de lembranças.
- Confecção de cartões.
- Produção de textos a partir de temas ligados à Mãe grávida: gravidez saudável ou de risco, mãe aidética, fumante, alcoólatra.
- Criação de depoimentos a partir do tema: O que nunca disse à mamãe..., Meus sentimentos de adolescentes...
- Criação de slogans.
- Apresentação de dança pelos alunos.
- Reconhecer a importância da mãe na família.
- Resgatar os valores que as famílias estão perdendo (respeito, amor, partilha...)
- Valorizar a pessoa humana.
- Valorizar o trabalho da mãe (às vezes dupla jornada de trabalho).
- Conhecer direitos e deveres dos membros da família, em especial das mães.
- Confeccionar lembranças e cartões para presentear às mães.
- Produzir uma peça teatral que será apresentada para homenagear às mães.
- Fazer um concurso de poesias enfatizando o tema Mãe.
- Produzir textos com o tema "Mãe, a deusa do Amor."
- Enfeitar os murais com as produções dos alunos.
★ Desenvolvimento:
- Diálogo, aula expositiva, interação com os alunos, para conhecer melhor o perfil das mães em questão.
- Pesquisa extra classe.
- Ornamentação de murais com fotos das mães, alunos e mensagens, homenageando às Mães.
- Criação de poesias, mensagens.
- Produção de uma peça teatral.
- Confecção de lembranças.
- Confecção de cartões.
- Produção de textos a partir de temas ligados à Mãe grávida: gravidez saudável ou de risco, mãe aidética, fumante, alcoólatra.
- Criação de depoimentos a partir do tema: O que nunca disse à mamãe..., Meus sentimentos de adolescentes...
- Criação de slogans.
- Apresentação de dança pelos alunos.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
domingo, 17 de abril de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Olhar Psicopedagogo - Raciocínio Lógico Matemático
O CONHECIMENTO LÓGICO-MATEMÁTICO - 15 de Abril de 2011
O CONHECIMENTO LÓGICO-MATEMÁTICO
A construção do conhecimento lógico matemático se faz a partir da vivência da criança, aliada às situações de desafio que lhe são colocadas, na escola e em casa. Sem dúvida, o jogo é um aliado importante nesta construção.
Os estímulos que ele oferece na busca de estratégias, na resolução de problemas e no convívio harmonioso com os colegas por si só seriam indicativos da necessidade de seu uso.Entendemos ser necessário que a construção e o desenvolvimento dos conhecimentos matemáticos na Educação Infantil ocorram a partir do conhecimento lógico da criança favorecido pelas possibilidades a ela oferecidas ao interagir com o meio físico e social.
É importante e necessário que as crianças afetivamente incorporem os conceitos matemáticos, construindo, assim, a estrutura lógica de maneira sólida, tornando-se capazes de raciocinar logicamente numa ampla variedade de situações ou tarefas.Aprender os números não é uma tarefa fácil para as crianças, pois a combinação dos mesmos é não aceitar regras e a seqüência é pouco flexível. Além dessas dificuldades, o número apresenta diferentes funções, isto é, diferentes leituras podem ser feitas a partir dele.
O número pode se referir à quantidade de objetos, à representação de uma medida. Pode identificar uma placa, um telefone. Portanto, para que a criança compreenda o conceito de número, é necessário que o professor apresente situações do cotidiano que possibilitem a construção desse conceito de modo natural, pois “devemos encorajar as crianças a pensarem sobre os números e quantidades de objetos, quando estes forem significativos”. (KAMII & DEVRIES, 1991, p. 31)
Observando essa realidade, vemos que é preciso que a Educação Infantil oportunize a manipulação de objetos como um recurso indispensável para a compreensão e construção do número, como expressão de quantidade e de numeral como indicação de número. A criança, inicialmente, precisa interagir com os objetos, estabelecer relações entre eles, em função de suas qualidades (relação de semelhanças e diferenças) e qualificar coleções para, posteriormente, ser capaz de realizar a operação mental que parte das noções ou proposições simples para as mais complexas ou das partes para o todo, que permitem a consolidação da estrutura do número. Piaget (apud Kamii, 1991, p. 26) afirma que “o número é alguma coisa que cada ser humano constrói através da criação e coordenação das relações”.
Esta afirmação permite percebermos que os alunos necessitam é de flexibilidade operatória de seus esquemas de assimilação e não tanto de respostas aprendidas e de memorização. Se a criança construir a sua própria estrutura lógica de pensamentos, tornar-se-á capaz de raciocinar logicamente em uma ampla variedade de tarefas. Contudo, se ela for “treinada” a dar respostas corretas, não podemos esperar que prossiga em direção a raciocínios matemáticos de níveis mais elevados.É essencial que a criança aprenda a contar. Todavia, pesquisas demonstram que “a habilidade de dizer palavras numéricas é uma coisa e o uso da aptidão é bem outra coisa. ” (KAMII, 1991,p. 51)
A compreensão do conceito de número requer um longo caminho para a criança percorrer. O professor poderá contribuir significativamente para essa compreensão criando situações para que a criança possa desenvolver suas habilidades. Para tanto, se torna relevante que o professor saiba os estágios de desenvolvimento lógico da criança.
Nesse sentido, Piaget (apud BARROS, 1988, p. 87-95) coloca que, a marcha progressiva do pensamento passa por diversos estágios ,cada estágio sustentao estágio seguinte. Porém, o desenvolvimento não é linear nem apenas quantitativo. Há rupturas no modo de pensar, mudanças de qualidade provocadas pelo desenvolvimento quantitativo de atividades. Por isso, as mensagens são interpretadas de modos diferentes em cada etapa de desenvolvimento da criança. Entender esse processo é fundamental para ensinar e aprender, considerando ser improdutivo e inconseqüente desenvolver atividades com as crianças que ainda não estão no estágio que favoreça as possibilidades para aprender. Entendemos que somos seres diferentes e que não aprendemos todos ao mesmo tempo.
Cada criança tem o seu próprio tempo. É importante saber a necessidade de o professor provocar situações que possam auxiliar a criança a progredir. Desse modo, compreendemos a necessidade de uma correspondência entre o desenvolvimento psicogenético e as atividades propostas na escola, lembrando sempre que o pensamento cresce a partir de ações, ou seja, vai do concreto para o abstrato.
Trabalhando conservação(Antecede o trabalho com númerais)Conservação é a capacidade de compreender que certaspeculiaridades de um objeto são constantes, ainda que este tenhaa aparência transformada.
Por exemplo:
8 fichas azuis e 8 vermelhas.
O professor dispõe as fichas azuis em uma fila
e as vermelhasem outra;
depois, modifica a disposição das fichas diantedos olhos das crianças, espaçando-as em uma das fileiras. São feitas, então, as seguintes perguntas: Existem tantas (o mesmo número de) azuis quanto vermelhas ou há mais aqui (azul) ou mais aqui (vermelha)? Como é que você sabe?Por meio da conservação, classificação e seriação, a criança desenvolve as noções essenciais para a compreensão da idéiade número. Portanto, é necessária a própria atividade no dia-a-diaque propicie a aquisição de tais estruturas.Kamii (1993) demonstra três tipos de conhecimentos: conhecimento físico, conhecimento lógico-matemático e conhecimento social:
O conhecimento físico é o conhecimento das características do objeto. Essas características se encontram no próprio objeto. Portanto, a criança adquiriu esse conhecimento por meio da sua ação sobre os objetos. Exemplos dessas ações estão contidas na observação, na manipulação, no jogar, amassar, quebrar objetos.
É por meio dessas ações que a criança vai descobrindo e construindo noções de tamanho, altura, espessura, densidade, cor, flexibilidade, entre outras.Assim, a fonte do conhecimento físico é externa à criança.Está no próprio objeto. Para construir esse tipo de conhecimento,a criança irá focalizar uma determinada propriedade do objeto enão dar atenção naquele momento às demais propriedades desse objeto (por exemplo: focaliza-se na forma da bola, ignorando, naquele momento, para que serve, que cor tem).
Por outro lado, o conhecimento lógico-matemático se refereàs relações criadas pela criança entre os objetos. Por exemplo,quando comparamos duas bolas de tamanhos diferentes, estabelecemos uma relação entre elas: uma bola pode ser maior ou menor que a outra. A diferença que existe entre elas não se encontra nem em uma nem em outra bola, mas sim na relação que criamos mentalmente entre elas.
Portanto, a fonte de conhecimento lógico- matemático não se encontra no objeto, mas sim no próprio pensamento da criança. É uma fonte interna. Assim, para construir esse tipo de pensamento, é necessário que a criança estabeleça relação entre vários objetos. É por meio dessa assimilação que a criança cria noções de massa, volume, mais, menos, comprimento.A noção de número (quantidade) também é conhecimento lógico-matemático.
O nome e a escrita dos numerais se refere a um outro tipode conhecimento. Eles fazem parte do conhecimento social que éadquirido por meio da transmissão social, da utilização da linguagem.São valores, normas sociais, regras, nomes dos objetos quea criança precisa saber para se integrar com o meio. Desenvolver situações para as crianças apenas memorizarem, relacionando onome ao símbolo, saber escrever numerais, não dará condições para que elas entendam os conceitos básicos e necessários para a compreensão da construção do número. A compreensão do número exige um longo caminho a ser percorrido pela criança.Estudar os conceitos matemáticos, as estruturas lógicas,faz parte de um processo contínuo na vida da criança. Por isso, é fundamental considerar os aspectos afetivos, cognitivos e simbólicos necessários para que a criança possa pensar, sentir, agir, interagindo com o meio. Mas cabe a nós, professores, criarmos condições para que a troca de experiências, os significados e as idéias sejam construídos e compartilhados entre todos.
Aprende-se participando, vivenciando sentimentos, tomando atitudes diante dos fatos, escolhendo procedimentos para tingirmos determinados objetivos.- BOM TRABALHO-Vivi de Deus 5. REFERÊNCIASBARROS, Célia Silvia Guimarães. Pontos de psicologia do desenvolvimento.São Paulo: Ática, 1988.KAMII., Constance. A criança e o número. Campinas: Papirus,1991. A criança e o número: implicações educacionais da teoriaPIAGET para a atuação junto a escolares de 4 a 6 anos. 17 ed.São Paulo: Papirus, 1993.; DEVRIES, Retha. O conhecimento físico na educaçãopré-escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1985. Reinventando a aritmética: implicações da Teoria dePiaget. 6 ed. São Paulo: Papirus, 1992.
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